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EM GAZA, ESTÃO USANDO UM NOVO TIPO DE ARMA.

18-Jan-09

EM GAZA,
ESTÃO USANDO UM NOVO TIPO DE ARMA.

Sophie
Shihab. Le Monde 12/01/2009 e Rebelión 13/01/2009.


Nos últimos dias,
as redes de televisão árabes que transmitem da Faixa de Gaza vêm
mostrando feridos de um novo tipo, adultos e crianças com munhões
ensangüentados no lugar das pernas. No domingo, dia 11 de janeiro,
dois médicos noruegueses, os únicos ocidentais que trabalham no
hospital da cidade confirmaram isso.

Os médicos Mads Gilbert
e Erik Fosse, que trabalham na região há vinte anos com a ONG
norueguesa Norwac, conseguiram sair do território na véspera, com
15 feridos graves pela fronteira com o Egito. Não sem ter que
driblar obstáculos: "Três dias atrás, o nosso comboio, apesar
de identificado pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha, teve que
dar meia volta antes de chegar em Khan Yunis, onde os tanques
atiraram em nós para nos deter", declararam aos jornalistas
presentes em Al-Arish.

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Estudantes israelenses pedem ajuda para rejeição ao alistamento militar

14-Jan-09

*Estudantes
israelenses presos por rejeitar alistamento pedem ajuda*

No
dia 18 de dezembro de 2008 foi iniciada uma campanha mundial em apoio
aos
estudantes israelenses presos por rejeitarem o alistamento no
exército, por
objeção de consciência. Os Shministim defendem
um futuro de paz entre
israelenses e palestinos e criticam a ação
de seu país nos territórios
ocupados. Eles esperam receber
centenas de milhares de mensagens de apoio
que serão entregues ao
ministro da Defesa de Israel.

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75 anos da Greve Insurrecional contra o fascismo – Portugal

14-Jan-09

18
de Janeiro de 1934 - Greve Geral Insurreccional contra o Fascismo

 18
de Janeiro de 1934 - 75 anos

-
Comemoração e Debate

dia
18 de Janeiro de 2009 (domingo)

13
horas – Convívio e petiscos

15
horas – Debate

no
Centro de Cultura Libertária

Rua
Cândido dos Reis, 121, 1º Dto. – Cacilhas – Almada

*
* * * * * * * * * * *

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Mais um afro-descendente é assassinado pela polícia portuguesa!

13-Jan-09

Estes
afirmam ainda que Kuku estava marcado desde um episódio em que,
logo

após
acordar, e tendo dormido em casa, foi abordado pela polícia na
sua

porta,
alegadamente por ter sido visto a conduzir um carro roubado
nessa

madrugada.
Indignado negou qualquer relacionamento com o que quer que

fosse
que tivesse ocorrido naquela madrugada e ao ser agredido e
arrastado

pelo
chão Kuku resistiu à detenção apelando aos seus direitos. A
sua

resistência
originou ainda mais agressividade da polícia. Kuku tentou

resistir
e só a intervenção da mãe e outros familiares demoveu os
agentes

de
quaisquer que fossem as suas intenções.

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Manifestações na Grécia levam 20.000 as ruas- dia 09 de janeiro.

13-Jan-09

[há
18 anos, num 9 de janeiro, um movimento estudantil poderoso ocupava
as

escolas
gregas. em patras, nikos temponeras, professor do ensino
secundário
solidário com os estudantes, defendia a ocupação da sua
escola.
foi morto, espancado com uma barra de metal por um grupo
de estudantes de
direita, membros da nova democracia. por isso, e
muito mais, eles e elas,
não esquecem, protestam. presente e
futuro.]

nesta sexta-feira (dia 09 de janeiro) milhares de manifestantes,
principalmente
estudantes, tomaram às ruas da capita grega,
atenas, com cerca de 20 mil
pessoas protestando contra as reformas
educacionais, o terrorismo de
estado, a polícia, as políticas do
governo de costas karamanlis... e, como
de costume, aconteceram
enfrentamentos envolvendo manifestantes e forças
da ordem...
estima-se que mais de 8 mil policiais estavam nas ruas
de
atenas...

um bloco anarquista muito forte com mais de 2
mil ativistas marcou
presença, com bandeiras, faixas e "tudo
mais"...

para quem não sabe, a região de atenas tem
mais ou menos 3 milhões de
habitantes, a região metropolitana de
são paulo tem quase 20 milhões de
pessoas... ou seja, trazendo o
número de manifestantes gregos para a nossa
realidade, 20 mil
pessoas lá, aqui seriam cerca de 130 mil pessoas...
enfim...
outra realidade dos gregos... outras iniciativas, atitudes
e
sensibilidades para a luta, a revolta, a vida...

em
outras cidades da grécia também ocorreram manisfestações...
aliás, a
grande mídia não divulga mais nada da "rebelião
grega", mas "o bicho"
continua pegando e mordendo
lá desde a morte do jovem alexis... com
"muita"
intensidade...

em tessalônica, um grupo atacou e destruiu o
escritório de uma empresa de
trabalho escravo/temporário, vale a
pena dar uma olhada nessa sequência de
fotos,
incrível:
http://athens.indymedia.org/front.php3?lang=el&article_id=966453

aqui
fotos dos protestos em atenas, mas tem vários outros links
com
imagens no
cmi-atenas:
http://athens.indymedia.org/front.php3?lang=el&article_id=966815
http://athens.indymedia.org/front.php3?lang=el&article_id=966572
http://athens.indymedia.org/front.php3?lang=el&article_id=965627
http://athens.indymedia.org/front.php3?lang=el&article_id=966163
http://athens.indymedia.org/front.php3?lang=el&article_id=966127

o
idioma grego é um obstáculo, mas infos atualizadas regularmente
da
"rebelião grega", em inglês:
www.occupiedlondon.org em
castelhano, ótimo
trabalho de contra-informação:
http://grecia-libertaria.blogspot.com/

Cem anos de violência contra os palestinos

13-Jan-09
CEM ANOS DE VIOLÊNCIA CONTRA OS PALESTINOS
Mauro Santayana

(JB, 08 de janeiro de 2009)


A
declaração de Shimon Peres, de que morrem mais crianças palestinas do
que judias porque os judeus cuidam melhor das suas, é, em sua frieza e
desdém, a confissão de que se executa o projeto de genocídio que o
movimento sionista mundial estabeleceu, quando decidiu criar o Estado
de Israel. Só há duas formas de construir um Estado soberano em
território alheio: com o assentimento de seus habitantes ou com o seu
extermínio.

Os
palestinos não perceberam o que os judeus que adquiriam terras em seu
território, ainda no fim do século 19, pretendiam. Só se deram conta do
perigo em 1917, quando lorde Arthur James Balfour, em carta a Lionel
Rothschild – o banqueiro que financiava os sionistas – lhe assegurou a
decisão britânica de apoiar a criação de um "lar nacional judeu" na
Palestina. Como se encontravam sob domínio otomano e em plena Primeira
Guerra Mundial, os árabes não puderam reagir imediatamente, o que só
fariam depois do armistício.

A
Declaração Balfour é interessante, porque revela as circunstâncias
conjunturais que a originaram. A guerra na Europa estava em momento
indefinido, e os ingleses pressionavam o presidente Woodrow Wilson, dos
Estados Unidos, para que enviasse tropas ao continente. Esse documento
estimulou os ricos judeus de Nova York a exercer também sua influência
sobre a Casa Branca, e os soldados norte-americanos desembarcaram em
março do ano seguinte na Europa. O secretário do Exterior da
Grã-Bretanha teve o cuidado de assegurar, na Declaração, que o apoio
não poderia causar prejuízo aos "civil and religious rights of existing
non jewish communities in Palestine".

Essa
foi uma atitude insensata, e disso se deram conta os ingleses. Em 1920,
terminado o conflito mundial, e atribuído aos ingleses, pela Liga das
Nações, o mandato sobre o território palestino, os países árabes se
reuniram em Damasco e manifestaram seu repúdio à Declaração Balfour.
Não obstante isso, os ingleses responderam com a nomeação de um
conhecido sionista para administrar a área, Herbert Samuel. Os árabes
perceberam o que os esperava, e consideraram 1920 am al-nakbah, o ano
da catástrofe. Mal sabiam que catástrofes ainda maiores viriam, como a
destes dias em que – confirmando o projeto de limpeza étnica – escolas
mantidas pelas Nações Unidas, claramente identificadas, são alvos
escolhidos por Israel.

Desde
então, os palestinos não deixaram de protestar, de lutar pelo seu
espaço histórico. Na verdade eles são semitas que não deixaram o
território e foram, com o tempo, convertidos ao islã. Há quase um
século, são acossados por judeus europeus, que têm a cara e os métodos
de quaisquer colonizadores. Ao mesmo tempo em que o nazismo se
fortalecia na Europa e iniciava a perseguição aos judeus – mas, também,
aos outros povos que eles consideravam inferiores, como os eslavos, os
negros e os ciganos – os palestinos continuavam a lutar contra os
invasores. Em 1935, terroristas judeus assassinaram seu líder,
al-Qassam, o que provocou rebelião geral dos palestinos, de 1936 a
1939, massacrada pelas tropas britânicas e por 15 mil judeus – que
constituíram o núcleo inicial do Exército de Israel.

A
Primeira Guerra Mundial havia sido desastrosa para os palestinos. A
Segunda lhes foi ainda pior. Depois da vitória aliada, os ingleses
perceberam, com o grande homem de Estado de esquerda, Ernest Bevin,
então secretário do Exterior, que haviam cometido, mais do que um
crime, grande erro estratégico, diante dos interesses britânicos no
Oriente Médio. Bevin tentou voltar atrás, proibir o prosseguimento da
imigração de judeus em Israel e forçar a divisão do território em dois
estados – o que não conseguiu. Em julho de 1946, terroristas judeus,
sob o comando de futuros e "respeitáveis" estadistas, como Menachen
Begin, invadiram o Hotel King David, ocupado pela administração militar
e civil britânica, e mataram 91 pessoas.

Com
todos esses fatos históricos, a Organização das Nações Unidas, dominada
pelos quatro grandes vencedores do conflito (e a União Soviética foi
nisso particularmente responsável), decidiu impor aos palestinos a
presença definitiva dos israelitas. Mas foram sobretudo os
norte-americanos, com Truman, que patrocinaram o projeto: necessitavam
de um enclave na região.

Dizia
Adorno que, depois de Auschwitz, toda a cultura do Ocidente era um
lixo. O intelectual marxista estava enganado. Com o drama da Faixa de
Gaza, toda a cultura do Ocidente é um crime

Ato a favor do povo palestino em Campinas

13-Jan-09
Ato a favor do povo palestino e contra a fascismo isralense
Panfleto contra a invasão da Faixa de Gaza
 
Distribuindo material …
 
 distribuindo panfletos

GRÉCIA, PALESTINA, ÍNDIA E HAITI…

10-Jan-09

O que falta para ser
aqui?

 

Em cada um desses
locais, os povos explorados e oprimidos estão submetidos a terríveis
privações e o total descaso, seja pelo próprio Estado, seja por um
Estado invasor. Sobre o pretexto de manter a ordem e a segurança,
atacam a população sem se importarem com as vidas humanas
envolvidas.

Essa história se
repete, e temos já em nosso país, situações de igual descaso por
parte do Estado e de seus maiores defensores, a forças armadas.
Sempre defendem os poderosos nos momentos críticos. Temos também
que nos organizar.

Só com a
organização internacional dos explorados e oprimidos é que teremos
força contra os ataques fascistas que são feitos. No Haiti o povo
foi massacrado e está em permanente estado de terror sobre os
auspícios da ONU; na Grécia, a situação não é diferente, o povo
grego se insurgiu diante da situação de crise mundial, os indianos
fizeram o mesmo.

E num ataque
covarde, num período que dizem ser de reflexão, os israelenses
atacaram os palestinos, como faziam os nazistas ao povo judeu. É
como aprendessem uma lição e agora aplicam-na nos palestinos. O
sionismo ao cometer esta barbaridade, nada se diferenciam dos
assassinos da gestapo.

 

CONTRA A INVASÃO DA
FAIXA DE GAZA E PELO DIREITO DE TODOS OS SERES HUMANOS DE VIVEREM SEM
SEREM EXPLORADOS E OPRIMIDOS POR ESTADOS, PARTIDOS, RELIGIÕES,
PATRÕES.

 

A EMANCIPAÇÃO DOS
OPRIMIDOS E EXPLORADOS É SUA PRÓPRIA OBRA.

FEDERAÇÃO OPERÁRIA
DE SÃO PAULOSEÇÃO CAMPINAS. (FOSP-COB-AIT)

FENIKSO NIGRA –
ANARKIISTA MOVADO

COORDENAÇÃO
ANTIFASCISTA DE CAMPINAS

 

http://www.fosp.anarkio.net

Bem vindas!

http://www.antifascistas.anarkio.net

O que falta para ser
aqui?

 

Em cada um desses
locais, os povos explorados e oprimidos estão submetidos a terríveis
privações e o total descaso, seja pelo próprio Estado, seja por um
Estado invasor. Sobre o pretexto de manter a ordem e a segurança,
atacam a população sem se importarem com as vidas humanas
envolvidas.

Essa história se
repete, e temos já em nosso país, situações de igual descaso por
parte do Estado e de seus maiores defensores, a forças armadas.
Sempre defendem os poderosos nos momentos críticos. Temos também
que nos organizar.

Só com a
organização internacional dos explorados e oprimidos é que teremos
força contra os ataques fascistas que são feitos. No Haiti o povo
foi massacrado e está em permanente estado de terror sobre os
auspícios da ONU; na Grécia, a situação não é diferente, o povo
grego se insurgiu diante da situação de crise mundial, os indianos
fizeram o mesmo.

E num ataque
covarde, num período que dizem ser de reflexão, os israelenses
atacaram os palestinos, como faziam os nazistas ao povo judeu. É
como aprendessem uma lição e agora aplicam-na nos palestinos. O
sionismo ao cometer esta barbaridade, nada se diferenciam dos
assassinos da gestapo.

 

CONTRA A INVASÃO DA
FAIXA DE GAZA E PELO DIREITO DE TODOS OS SERES HUMANOS DE VIVEREM SEM
SEREM EXPLORADOS E OPRIMIDOS POR ESTADOS, PARTIDOS, RELIGIÕES,
PATRÕES.

 

A EMANCIPAÇÃO DOS
OPRIMIDOS E EXPLORADOS É SUA PRÓPRIA OBRA.

FEDERAÇÃO OPERÁRIA
DE SÃO PAULOSEÇÃO CAMPINAS. (FOSP-COB-AIT)

FENIKSO NIGRA –
ANARKIISTA MOVADO

COORDENAÇÃO
ANTIFASCISTA DE CAMPINAS

 

http://www.fosp.anarkio.net

Bem vindas!

http://www.antifascistas.anarkio.net

Holocausto na Palestina

10-Jan-09

Israel, financiado
pelos banqueiros judeos americanos vem nestas ultimas semanas
promovendo um massacre na faixa de Gaza, nada muito diferente do que
os nazistas fizeram nos campos de concentração. Cerca de 200
crianças palestinas foram assassinadas por Israel, um depoimento de
uma organização de ajuda humanitaria disse ter visto crianças
esfomeadas junto aos corpos de suas mães mortas pelas bombas do
exécito de Israel.

Enquanto Israel promove o holocausto os
paises do ocidende brincam de fazer diplomacia, os governos do
oriente médio silênciam, o mundo cala-se diante de um genôcidio, o
mundo ve calado a destruição de um povo. Israel promo-ve algo
semelhante ao que houve em Varsóvia (Polonia).

Cabe uma
pergunta, até quando iremos assistir passivos esse genocidio? Não
estamos cometendo o mesmo erro do silêncio do holocausto promovido
pelos nazistas? Israel tem que sentir o pesso da comunidade
internacional nas ruas, deve-se dizer claramente que não será
aceito o massacre dos palestinos e de nenhum outro povo.

Camaradas,
as ruas, vamos dizer ao mundo que não aceitaremos o exterminio dos
palestinos, vamos ocupar o consulado de Israel, vamos fazer os Judeus
ouvirem os pedidos de fim de exterminio, vamos nos unir ao sofrimento
das crianças palestinas.

Não ao Fascismo de Israel !
Contra
o massacre dos palestinos!
Contra todas as guerras!
Paz entre
nós, guerra aos senhores!

VIVA A AIT

Estrangular Gaza até a morte enquanto finge ser vítima

05-Jan-09

ESTRANGULAR GAZA ATÉ A MORTE ENQUANTO FINGE SER A VÍTIMA.

Khalid Amayreh Rebelión 26/12/2008. 

Ninguém se entusiasma com a última escalada da violência em Gaza, à
exceção, talvez, dos que apóiam a guerra em Tel Aviv e dos traidores
árabes e palestinos, respaldados pelos estadunidenses, que fariam
qualquer coisa e chegariam a qualquer extremo para agradar seus amos em
Washington.

No interior de Israel, a Faixa de Gaza está se tornando uma questão
eleitoral central em um país profundamente ameaçado pelo extremismo
político e religioso.

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