Está pronto mais umaedição da A Plebe Campinas, número 39, fevereiro de 2010. Para apreciaçãoe ampla divulgação. Confira neste número:
Fevereiro Antifascista2010
Mais uma edição do fevereiro antifascista ocorre. Em diversas partes do Brasil, manifestações de liberdade e contra o totalitarismo de esquerda e direita ocorre.
É realizado em fevereiro em memória do assassinato do adestrador de cães Edson Néris por um grupo de skins reds. O crime foi cometido pelo motivo de discriminação sexual e preconceito com o diferente. Um absurdo!
O objetivo é trazer conversas, discussões e ações em prol do comunismo libertário, do anarquismo, através de práticas antitotalitaristas …
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Luta local:trabalhadores, a luta será mais cedo este ano!
Lembremos o acordofirmado pelo sindicato legal que o dissídio este ano será mais cedo, em abril (os motivos não ficaram tão claro, mas provavelmente conta do período eleitoral).
Como sempre escrevemos e falamos, esse sindicato legal/oficial não faz seu papel para educação sindical, para informar e desenvolver uma cultura de sindicalismo combativo. Simplesmente usam os representantes sindicais nos locais de trabalho como uma leva e trás para suas políticas reformistas.
Nesse ambiente o quede vemos fazer?
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Por que votar nulo?
1-Para não ajudar a reproduzir o sistema parlamentar;
Quanto mais pessoas votando nulo, menos legitimo o sistema eleitoral fica. Mesmo com leis que faz córuns ínfimos serem válidos, é na força de organizar uma resistência além do voto e aplicação de políticas de ação direta é que farão a diferença e ai é preciso que todos participem mesmo da política libertária.
2-Para organizar espaços livres de Estado, capital, patrões e partidos;
Uma vez que o voto nãofará mudanças, só indicará a insatisfação geral, é importante que todosque votem nulo, assuma o compromisso de agir e organizar ações deruptura e reorganização da sociedade em moldes comunistas libertários.
3-Para mudar e abolir a ótica clientelista partidária;
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Flaskô: ocupar,resistir e produzir, sem patrão, sem partido, sem Estado!
Ocupar fábricas ecampos é uma prática importante para os trabalhadores na luta por suaemancipação, sem a interferência dos partidos e suas “boas intensões”,sem o patrão e sua lógica competitiva e gananciosa, sem o Estado que achadono da sociedade e nela pode mandar e desmandar sem limitações.
A Flaskô é uma experiência nesse sentido. Produz tonéis e reservatórios plásticos e foi a falência por não pagamento dos direitos dos trabalhadores em 2003.Esses, ao invés de submeterem a lógica da justiça do trabalho e do capital, ocuparam a fábrica e a colocaram para funcionar sem o patrão.
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Liberdade aos presos emtodo o mundo!
Não podemos esquecerde todos nossos companheiros presos pelo capital e sua ganância de sempremais. Vários companheiros em São Paulo foram indiciados por crimesque não cometeram, na Sérvia, o mesmo acontece,mantendo várioscompanheiros presos, na Espanha, temos vários companheiros presos namesma situação. Na Alemanha, a FAU-IAA foi jogada para a ilegalidade. Éum avanço da reação contra nossa organização, única que mantém aproposta de emancipação dos trabalhadores por eles próprios, sem esperade messias, chefes supremos, Estado ou partidos.
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Na construção dosocialismo libertário através do sindicalismo
revolucionário!
Associado:
Federação Operáriade São Paulo – FOSP
Confederação OperáriaBrasileira – COB
AssociaçãoContinental Americana dos Trabalhadores – ACAT
AssociaçãoInternacional dos Trabalhadores – AIT